quinta-feira, 31 de maio de 2012

Resenha - Planeta Favela - Mike Davis



Livro resenhado:DAVIS, Mike. Planeta Favela. Tradução de Beatriz Medina. São Paulo, Boitempo, 2006. ISBN: 85-7559-087-1 [imagem: Michael e a paisagem. Favela da Rocinha, Rio de Janeiro. Foto da capa do livro]
Um mundo dominado pelas favelas resenha de Erminia Maricato.

Planeta Favela oferece contribuição ímpar para desvendar a desconhecida e gigantesca escala de favelização e de empobrecimento das cidades do chamado "Terceiro Mundo". Considerando-se que a população das favelas cresce na base de 25 milhões de pessoas a cada ano – conforme lembra Mike Davis ao citar os dados da UN-Habitat – e que as mais altas taxas de urbanização são observadas nos países pobres, que eram, ou ainda são, predominantemente rurais, esse processo diz respeito à maioria da população do planeta. Contribuições como a deste livro tornam cada vez mais difícil ignorar a dimensão do fato e tentar dar a ele tratamento pontual, com enfoque em best practices (boas práticas) como tem tentado o establishment das agências internacionais de desenvolvimento.
Davis revela que, ao contrário de aliviar o problema, essas instituições, especialmente o Fundo Monetário Internacional (FMI), que impôs os Planos de Ajuste Estrutural (PAEs) aos países do "Terceiro Mundo", foram cruciais na explosão da pobreza responsável pelo desemprego de 1 bilhão de pessoas, ou um terço da mão-de-obra dos países do Sul no final dos anos 1990, segundo dados da CIA, citados pelo autor.
Em vez das cidades de ferro e vidro, sonhadas pelos arquitetos, o mundo está, na verdade, sendo dominado pelas favelas. Os números que abundam ao longo da obra não são novos, embora nunca tenham sido apresentados juntos e com tal ênfase. A tendência ao empobrecimento urbano vem sendo alertada por numerosos autores e instituições, muitos dos quais presentes na extensa bibliografia final.
Por que reconhecer que este livro é forte instrumento para derrubar essa barreira e iluminar os problemas urbanos e grande parte de suas causas? O primeiro motivo está na abrangência ampla do diagnóstico. O autor tenta mostrar que há tendências, no processo de urbanização recente, que são universais, apesar de se tratar de diferentes países. Em um estilo direto e, por vezes, chocante, Davis valoriza o conhecimento empírico e é pouco dado a longas abstrações ou desenvolvimento conceitual, o que revela sua origem proletária e de militante de esquerda. Seu trabalho tem finalidade militante, e o estilo contraria a abstração e o distanciamento usuais na maior parte dos trabalhos acadêmicos.
Como já foi mencionado, uma sucessão de dados numéricos e de informações qualitativas flui como uma torrente a tirar o fôlego do leitor. O tema do crescimento e do empobrecimento das cidades do "Terceiro Mundo" é cercado e abordado por meio de inúmeras entradas. A formação de “superurbanizações” e “megacidades” – que podem merecer a alcunha de “leviatã”, como a região que engloba São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas– abre uma longa lista de temas como por exemplo o crescimento de favelas provocado por guerras, expulsões catástrofes, recessão econômica (como no caso da América Latina), alto crescimento econômico e urbano (como nos casos da Índia e da China), segregação, racismo; tragédias decorrentes de desmoronamentos, enchentes, incêndios, terremotos (que vitimam sobretudo os pobres); áreas contaminadas, explosões tóxicas; os males do transporte rodoviarista como a poluição do ar e os acidentes de trânsito, entre outros.
A “crise sanitária” – tratada na seção “Viver na merda” – mereceu uma descrição dramática ilustrada por dados sobre centenas ou milhares de habitantes de favelas que disputam apenas uma latrina em algumas cidades da África ou da Ásia. Aborda-se ainda o impacto da carência de água, ou o altíssimo preço que os pobres pagam por ela. 
Davis lembra que, mesmo em circunstâncias trágicas como as mencionadas, a orientação implementada pelo FMI e pelo Banco Mundial foi a da privatização do saneamento. A água, assim como a “defecação humana”, foi transformada em negócio global, inclusive em cidades nas quais a população mal tem recursos sequer para comer.
O “big bang da pobreza” tem suas raízes quando, entre 1974 e 1975, o FMI e o Banco Mundial reorientam as políticas econômicas do Terceiro Mundo, abalado pelos preços do petróleo. A orientação aos países devedores para abandonar suas estratégias de desenvolvimento foram claramente explicitadas no Plano Backer, em 1985. Davis classifica o impacto dessa direção na América Latina como “maior e mais longo do que a Grande Depressão” e, considerando-se a realidade das décadas que ficaram conhecidas como décadas perdidas, ele sem dúvida não está exagerando.
O Brasil, por exemplo, cresceu 7% ao ano de 1940 a 1970. Na década de 1980, cresceu 1,3%, e na década de 1990, 2,1%, segundo o IBGE. Ou seja, o crescimento econômico do país, nas duas últimas décadas do século XX, não conseguiu incorporar nem mesmo os ingressantes da População Economicamente Ativa (PEA) no mercado de trabalho, o que acarretou consequências dramáticas para a precarização do trabalho e, consequentemente, também para a crise urbana (1).
Quem acompanha a vida de qualquer grande cidade no Brasil é testemunha do crescimento explosivo das periferias abandonadas ou da favelização a partir do início dos anos 1980. Não que o ovo da serpente não estivesse lá antes disso. As favelas do Rio de Janeiro e de Recife surgiram no final do século XIX e começo do século XX, quando uma parte da mão de obra escrava libertada ficou sem alternativa de moradia (o restante passou a viver de favor). Décadas se passaram, e nem o trabalho passou à condição absoluta e geral de mercadoria, nem a moradia, como acontecera no capitalismo central.
Entretanto, o aumento do desemprego e da pobreza urbana a partir dos anos 1980 contribuiu para mudar a imagem das cidades no Brasil: de centros de modernização que se destinavam a superar o atraso e a violência localizados no campo, passaram a representar crianças abandonadas, epidemias, enchentes, desmoronamentos, tráfego infernal, poluição do ar, poluição dos rios, favelas e...violência. Há trinta anos, o que não constitui período muito longo, não se temia a violência urbana; as cidades eram relativamente pacíficas. Para quem viveu apenas na cidade formal e evitou perceber o que estava acontecendo, a violência serviu de alerta, como a ponta do gigantesco iceberg. As taxas de homicídio no Brasil, segundo o IBGE, passaram de 17,2 mortos para cada 100 mil habitantes, em 1980, para 35,9 mortos em 1989, e, finalmente, para 48,5 em 1999.
Em algum momento, em meados dos anos 1990, a professora Maria da Conceição Tavares, ao participar de uma banca de doutorado na Unicamp, alimentou a idéia de que, para o capital, na era da globalização, havia gente sobrando, ou melhor, que parte da força de trabalho, em vez de exército industrial de reserva, seria “óleo queimado”. A lembrança desse debate veio a propósito de expressões usadas por Mike Davis que vão nessa linha: “fardo humano”, “humanidade excedente”, “massa permanentemente supérflua”. Até mesmo o acesso a essa terra gratuita, situada em meio adverso, obtida por meio das invasões, deverá acabar. Essa é, segundo Davis, a verdadeira crise do capitalismo, e nada, segundo o autor, parece apontar para a mudança desse quadro. O livro se conclui sem deixar resquício de esperança, sobretudo ao chamar a atenção para a criminalização das favelas, agora no foco dos estrategistas militares norte-americanos.
Essa falta de saída ou a ausência de qualquer proposta tem gerado críticas ao trabalho de Davis. Não é necessário que um texto que contenha denúncias apresente propostas. Como já enfatizamos, o pensamento crítico é indispensável para desmontar a falsa representação da realidade, que serve a determinados interesses. O texto, entretanto, pode alimentar uma atitude contrária àquela que pretende Davis e promover o medo em relação às cidades e às pessoas que moram nela. Essa crítica partiu de Tom Angotti quando se referiu ao artigo que deu origem a este livro (2). Angotti acusa Davis de promover uma visão antiurbanista ou anticidade, classificando-o no time dos TINA (There Is No Alternative; Não Há Alternativas, em português), expressão usada para se criticar uma atitude que é comum entre acadêmicos e ativistas. Ele questiona a falta de atenção para com os movimentos sociais em todo o mundo e a tendência de vê-los como “mero produto da informalidade urbana e do paroquialismo”.
De fato, em sua crítica demolidora, Davis inclui propostas de urbanização de favelas, de microcréditos, de regularização fundiária, de construção por conta própria, entre outras. As críticas são pertinentes, mas deixam de considerar especificidades históricas e geográficas que alimentam muitas lutas sociais.
Davis aponta corretamente o caráter reformista ou, não pouco freqüentemente regressivo, de muitas das propostas apontadas como soluções para os problemas habitacionais. Mas a busca de alternativas ou exemplos de soluções nem sempre leva à cooptação ou à acomodação. Muito freqüentemente, mostrar que esses problemas têm soluções que estariam à mão se houvesse mais justiça social é alimento fundamental para o avanço da luta democrática. Apesar de todos os revezes, o Brasil também apresenta muitos aspectos que alimentam a esperança de mudança.
O movimento pela reforma urbana, que reúne entidades profissionais, acadêmicas, de pesquisa, ONGs, funcionários públicos, além das entidades nacionais que lutam pela moradia, são uma das características positivas da sociedade brasileira na conjuntura atual. Esse movimento social conquistou a aprovação de leis importantes como o Estatuto da Cidade (lei n. 10.257, em 2000), a Lei do Fundo Nacional de Moradia Social (lei n. 11.124, em 2005), conquistou ainda a criação do Ministério das Cidades (ele era uma reivindicação que vinha sendo feita havia mais de dez anos). Com ele, o movimento acabou se fortalecendo, devido à promoção das Conferências Nacionais das Cidades, processo que teve início nos municípios, envolveu todos os estados da federação e culminou em Brasília com a participação de mais de 2500 delegados, dos quais 70% foram eleitos nas Conferências Estaduais e o restante indicados por entidades nacionais. A primeira conferência das cidades, em 2003, abrangeu a participação de mais de 300 mil pessoas para debater princípios, diretrizes e prioridades da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano. A segunda, em 2005, aprofundou as propostas.
Esses avanços são afetados mas sobrevivem à crise partidária eclodida em 2005 que evidenciou ter o Partido dos Trabalhadores lançado mão de expedientes condenáveis que fazem parte da política institucional no Brasil.
Entretanto não podemos afirmar que existe uma clara reversão do processo de aprofundamento dos problemas urbanos. Essas conquistas são relativamente recentes e as mudanças são lentas, já que envolvem uma cultura histórica – ou de raízes escravistas – de exclusão social. A esperança está assentada em fatos concretos, mas Davis acerta quando remete a fonte principal das mazelas às forças globais dominadas por interesses financeiros e garantidas militarmente pelos Estados Unidos ou por aquilo que David Harvey denomina de Novo Imperialismo.

Notas

1Ver a respeito J. Mattoso, O Brasil desempregado. São Paulo, Fundação Perseu Abramo, 1999.

2O artigo em questão é: “Planet of Slums” (publicado originalmente em New Left Review, n. 26, mar.-abr. 2004, e incluído, com o título “Planeta de favelas”, em Contragolpes: seleção de artigos da New Left Review, organizada por Emir Sader e publicada pela Boitempo em 2006). A crítica pode ser encontrada em T. Angotti, “New anti-urban theories of metropolitan region: ‘Planet of Slums’ and apocalyptic regionalism” (Kansas City, Conference of the Association of Collegiate School of Planners, 2005).
O presente texto é a Apresentação do livro de Mike Davis
Hermínia Maricato, arquiteta, professora da FAU-USP.

Fonte: http://www.vitruvius.com.br/resenhas/textos/resenha163.asp


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Vídeo relacionado com o livro

Favela Brasil

Resenha - Por Uma Outra Globalização - Milton Santos


UNIDAVI – Universidade Para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí 
Curso de Geografia – Parfor

Disciplina: Geografia das Sociedades – Moderna e Contemporânea

RESENHA

Aluno: Jonas Fabiciaki
Professor: Jonathan Kreutzfeld

Identificação da Obra: Por uma outra Globalização – do pensamento único a consciência universal – Milton Santos

 I – Introdução

       Vivemos em um mundo cheio de conflitos provenientes da atual fase da expansão capitalista no globo, varias são as discussões sobre esse processo em que vivenciamos na atualidade. Milton Santos traz nesta obra uma importante visão diferenciada de globalização, a globalização como perversidade, como abandono social tudo em nome de um projeto de reprodução do capital.
         Nesse texto a globalização é apresentada como fábula, como perversidade e como possibilidade – “por uma outra globalização”. O primeiro seria o mundo tal como nos fazem vê-lo: a globalização como fábula, o segundo seria o mundo tal como ele é, e o terceiro, um mundo como ele pode ser. Esse texto tem a função de desenvolver ideias em torno destas perspectivas apontadas por Milton Santos.

A globalização como Fábula - o mundo tal como nos fazem crer

    A globalização como fábula é imposta principalmente pelos meios de comunicação a todos que procura enfatizar o planeta em que vivemos como um amplo espaço e que podemos sim explorá-lo com o consumo. Como a padronização cultural, onde as pessoas são atraídas pelas mesmas coisas, mesmos hábitos, mesmos costumes e que ainda disfrutam de uma mesma rede que nós conhecemos como internet que fez com que nós ficamos presos numa gigante aldeia global, sem ter pra onde ir. Mas ao mesmo tempo nos dá uma importante noção de que o mundo está dentro da nossa casa, o capitalismo nos devorando e nós nem percebemos graças à globalização como fábula.
Um descaso com o estado que aparentemente ficou distanciado das demandas sociais, pois ele o estado precisa se apequenar as grandes corporações que hoje detém o poder sobre o próprio estado. Percebemos que vivemos em um único mundo, um mundo voltado a atender as necessidades das grandes empresas, vivenciamos uma nova tendência mundial de mercado.

O mundo como ele realmente é – a globalização como perversidade

A globalização como uma fabrica de perversidades tais como: fome, desabrigo, AIDS, mortalidade infantil, analfabetismo, enfim gravíssimos problemas sociais, quase sem solução na globalização em que vivemos, infelizmente para a maior parte da humanidade, o desemprego crescente consequentemente a pobreza aumenta e a classe media perdem em qualidade de vida, novas enfermidades se instalam e as velhas doenças retornam com força total. A perversidade está na raiz desta evolução negativa da humanidade e estes processos estão diretamente ligados com a globalização.
           
O mundo como pode ser – uma outra globalização

        Podemos pensar na construção de um outro mundo, uma globalização que volte seus olhares a esses problemas citados, uma globalização que se engaje sistematicamente a todas as pessoas, ou seja, um processo globalizado mais humano. Que em vez de apoiar sempre o grande capital internacional que possam servir a outros interesses sociais e políticos e não apenas econômicos.
        Alguns são os fatores que poderiam colaborar pra isso: a miscigenação de povos, culturas, valores, gostos, credos em todos os quatro cantos do globo possibilitaria uma outra globalização, um outro discurso é possível, uma nova visão de mundo, devemos urgentemente reaprender a ver o mundo.

II – A Produção da Globalização

A globalização é o apogeu do mundo capitalista de um processo que conhecemos como internacionalização do mundo globalizado os fatores que levaram a este processo são: a unicidade da técnica, a convergência dos momentos, o conhecimento do planeta e a mais valia globalizada.
As técnicas são oferecidas como um sistema, graças ao avanço da ciência fora produzido um sistema de técnicas da informação, que assim possibilitou um novo sistema de presença em todo o planeta. Globalização é o resultado deste sistema que resulta de ações que asseguram a emergência de um mercado global.

III – Uma Globalização Perversa

        Nestes últimos anos testemunhamos grandes mudanças em todo o planeta terra. Tornamos pessoas que habita em um único mundo nos impondo, infelizmente para a maior parte da população do nosso planeta a globalização perversa, o poder do dinheiro e da informação, vários retrocessos como a noção de bem publico e de solidariedade, perdemos a noção de ajuda mutua, vivenciamos cada vez mais a noção de isolamento social, mas o mundo continua em nossa casa. Enquanto isso os governos agem com descaso com as funções sociais, com o chamado de “enxugamento” da maquina publica, os governos estão cada vez menos atribuições, consequência disso: “aumento da pobreza”.

IV – O Território do Dinheiro e da Fragmentação

       No mundo globalizado tudo ganha novas “caras”, inclusive o espaço, com isso nosso espaço geográfico sofre profundas transformações, novos contornos, novas características, tem novas definições.
      Nossos territórios tendem cada vez mais se fragmentar em função deste novo processo globalizado, novos espaços são criados tudo em nome do “progresso”, onde tudo entra em confronto direto e indireto, meio ambiente-sociedade e vice versa.
O dinheiro traz consigo um papel importantíssimo nessa dinâmica apresentada, ou seja, é ele que reorganiza essa distribuição no espaço geográfico. Novas perspectivas em favor do capital. Hoje vivemos em um mundo de rápido em que as coisas tendem a fluir de forma instantaneamente, desta forma quem consegue acompanhar ótimo, porém, vivemos uma tendência em que “se correr o bicho pega e se ficar o bicho come”, por isso por outra globalização URGENTE.

V – Limites à Globalização Perversa

     A análise do fenômeno conhecido popularmente como Globalização é o descaso social que ela impõe, com seus aspectos extremamente dominantes para a maior parte da população mundial. Cabe a nós analisar os limites desse processo se continuarmos assim, onde iremos parar?
Podemos afirmar que estamos entrando em um novo período de transição da história, o momento em que vivemos com a globalização parece indicar a emergência de novos valores, novas atitudes, que nos faz crer que estamos produzindo as condições para a realização de uma nova história.
Não aceitamos mais a tantas evidencias factuais deste processo penoso que é a globalização. A velocidade nem sempre colabora com uma distribuição generalizada, são as disparidades no seu mau uso que caracterizam cada vez mais o aumento das desigualdades. O mito em que as novas técnicas contemporâneas pudessem colaborar e melhorar a vida do ser humano na terra desabaram, pois o que se observa realmente é cada vez mais a expansão da pobreza.

VI – A Transição em Marcha

        No mundo atual em que vivemos sentimos a necessidade de transformar as coisas que estão por ai, não ficamos mais calados, com as injurias que acontecem, um processo natural pra sociedade que estamos criando, temos a necessidade de criar algo novo, de viver um novo período, mas estamos num processo lento, pois o que aprendemos é a utilização das técnicas e da ciência pelas formas do capital, apoiados por formas institucionais são de certa forma igual.
     Os indivíduos que estão inseridos nesse processo não são igualmente atingidos por esse fenômeno, pois se encontra muita resistência ainda, pelas características culturais e nas diversidades destes indivíduos em rever como o processo esta inserido nele.
       Diante dos fatos e do que temos sobre nosso mundo atual, acreditamos que as condições estão sendo distribuídas para que nós pudéssemos desempenhar um novo papel nesse contexto. Um novo mundo é possível e outra globalização também. Agora descobrimos o verdadeiro sentido da nossa presença no planeta, podemos dizer que uma nova historia verdadeiramente universal está começando.
        De um ponto de vista mais existencial tudo isso pode obter outro uso e ou outra denominação. Porem a globalização atual pode e deve ser diferente.


VII – Conclusão

     A Mudança ocorrerá em todos os aspectos em todos os níveis, mas o principal responsável por ela ocorrer de verdade, somos nós que estamos diretamente engajados nesse contexto. Pois temos que fazer uma reflexão sobre a essência do capitalismo, pois este é à base da atual fase da Globalização. Pois nenhuma barreira será erguida, nada irá mudar se a reprodução do capital e o lucro continuarem fortes como estão.
O capitalismo jamais na sua história conseguiu reproduzir o capital e o lucro consequentemente sem gerar crises, para tanto é preciso fazer essa relação, precisamos mudar o sistema em vigor e desenvolver uma nova globalização.
É preciso urgentemente avançar no sentido que o ser humano possa atribuir um novo sentido à sua existência no planeta, de uma forma sistemática frear um pouco as tecnologias quanto à ciência e ou as suas técnicas utilizadas, para sim se preocupar um pouco mais na essência do ser humano e seu verdadeiro papel aqui no globo.

DOCUMENTÁRIO

Taxa de Juros 8,5% a Menor da História do BR


Taxa de juros cai para 8,5%, e poupança vai ter rendimento menor

Com a taxa básica de juros a 8,5%, o novo rendimento anual passa a ter uma nova fórmula: 70% da Selic (5,95%) mais variação da TR


Como esperado pelo mercado, o Banco Central anunciou na noite desta quarta-feira (30) um novo corte de 0,5% na Selic, levando a taxa básica de juros da economia brasileira a 8,5% ao ano, o valor mais baixo da série histórica divulgada desde 1986. Com a Selic nesse patamar, a aplicação financeira mais popular do país, a caderneta de poupança, passa a ter um rendimento menor.
Até quarta (30), a remuneração da poupança era de 6,17% ao ano mais variação da Taxa Referencial (TR). Com a taxa básica de juros a 8,5%, o novo rendimento anual passa a ter uma nova fórmula: 70% da Selic (5,95%) mais variação da TR - índice calculado a partir da média de rendimento dos CDBs, em 0,2% em abril.
Desde a sua criação, em 1861, é a primeira vez que a poupança passará a render menos que 6% ao ano. A regra só vale para depósitos feitos a partir do dia 4 de maio, data em que o governo anunciou a nova fórmula de rendimento para a poupança.
Tradicionalmente uma aplicação de renda fixa, a poupança passou a ter renda variável toda vez que a taxa Selic atingir 8,5% ao ano ou menos, de acordo com a nova regra. Com a medida provisória, o governo busca impedir que a poupança fique mais atraente que outras aplicações financeiras, já que sempre que os juros da economia caem, os investimentos anexados à Selic rendem menos. Assim, o governo espera evitar que compradores da dívida pública retirem dinheiro dos títulos do governo e o coloquem na poupança.
Apesar do rendimento menor, a poupança continua valendo a pena para o pequeno investidor, de acordo com o vice-presidente da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel Ribeiro de Oliveira. “Mesmo com a queda na rentabilidade, a poupança vai continuar valendo mais a pena em comparação com os fundos de investimento, por exemplo, pois taxas de administração e descontos no Imposto de Renda incidem sobre as aplicações desses fundos”, explica.
O cientista social Rogério Franco, 26, tem um dinheiro guardado na poupança e não pretende tirá-lo mesmo com as mudanças. “Mantenho o dinheiro lá por uma questão de segurança. Posso tirar e colocar na hora que quiser”, diz.
O professor de Economia da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite, também acredita que a poupança continua valendo a pena, pois, segundo ele, não é um tipo de aplicação que visa ao grande lucro. “A poupança serve para evitar que o dinheiro que você tem guardado perca o valor com a corrosão inflacionária. Ela continuará garantindo isso”.
Diferença 
Com o novo rendimento da poupança, a diferença dos ganhos ao final de um ano em depósitos pequenos é pouco significativa. Por exemplo: uma pessoa que depositou R$ 100 na poupança no dia 3 de maio deste ano, um dia antes da nova regra entrar em vigor, terá R$ 106,37 no dia 3 de maio de 2013. Se uma outra pessoa depositar a mesma quantia hoje, terá R$ 106,15 daqui a um ano, caso a taxa Selic permaneça como está, em 8,5%. A diferença nos ganhos será de apenas R$ 0,22.
No entanto, essa diferença aumenta conforme a taxa de juros básicas baixe e quanto maior for o valor depositado (confira tabela na página 24). E a tendência da economia, segundo especialistas, é que haja novos cortes na taxa Selic. “Essa é a expectativa do mercado. A Selic a 8,5% ainda está alta. Dá para cair ainda mais”. A taxa Selic serve como base para os juros praticados em toda a economia e é anunciada pelo Conselho de Política Monetária (Copom), do Banco Central, a cada 45 dias.
Crédito tende a ficar mais barato
Especialistas consultados pelo CORREIO comemoraram a nova redução dos juros. “Essa queda de meio ponto na Selic (de 9% para 8,5% ao ano) já era esperada pelo mercado e é muito positiva. Os rendimentos vão cair, mas vai ser bom para a economia como um todo”, analisa o vice-presidente da Anefac, Miguel Ribeiro de Oliveira.
A opinião é compartilhada pelo professor de Economia da Trevisan Alcides Leite. “Começamos a ter níveis históricos de juros baixos, o que é muito bom. Agora, o Brasil está se tornando um país normal sob o aspecto dos juros. Os 8,5% ao ano ainda são altos, mas é o início de um processo”, considera.
Os dois especialistas acreditam que os juros continuarão caindo, o que levará a novas quedas das taxas de juros praticadas pelos bancos. “Com isso, a expectativa é que as operações de crédito, como os empréstimos e financiamentos, comecem a ficar mais baratos nos próximos meses”, espera Leite. Oliveira, da Anefac, acredita que o novo corte da Selic levará à diminuição do preço de financiamentos de veículos e da casa própria, por exemplo, beneficiando os consumidores. 

Atualidades - Crise do Euro Atinge toda UE


Crise do euro ameaça avaliações de todos os países da UE

Agência de risco Moody's diz que nenhuma nação está imune à queda no rating

Moedas de euro
Moedas de euro (Michael Buholzer/Reuters)
A agência de classificação de risco Moody's adverte em comunicado emitido nesta segunda-feira que o contínuo e rápido aumento da crise da dívida na zona do euro ameaça a avaliação econômica de todos os países da União Europeia (UE).
Diante da ausência de políticas que permitam estabilizar as condições de mercado a curto prazo, o risco do crédito continua em aumento, acrescenta a Moody's.
Segundo a agência, as autoridades do euro enfrentam cada vez mais limitações ante a crescente pressão para agir rapidamente com o objetivo de restabelecer a confiança creditícia.
"Apesar de a zona do euro em seu conjunto contar com uma grande força econômica e financeira, as debilidades institucionais dificultam a resolução da crise", destaca o comunicado.
Quanto ao âmbito político, a Moody's percebe que a zona do euro se aproxima de uma encruzilhada, que pode levar tanto a uma maior integração do bloco quanto à sua fragmentação.
A agência alerta que um ímpeto político a um plano que resolva o problema só pode surgir após uma série de choques, que podem fazer com que mais países percam acesso a financiamento por um período sustentado de tempo.
Isso pode levar as avaliações desses países a entrarem numa área especulativa à luz dos testes de solvência que devem ser requeridos, indica a nota.
Nas últimas semanas, a possibilidade de mais cenários negativos aumentou, segundo a Moody's, devido às incertezas políticas na Grécia e Itália e de perspectivas econômicas piores que as estimadas pelos analistas.
"A possibilidade de mais suspensões de pagamentos por parte de países da zona do euro não é mais ignorada. Segundo a Moody's, quanto mais se estender a crise de liquidez, a possibilidade de default (moratória) aumentará com maior rapidez", diz a agência. O comunicado assinala que uma série de calotes pode aumentar a possibilidade de um ou mais países abandonarem a zona do euro.
A Moody's lembra ainda que a situação é fluente e os políticos podem reagir aos riscos com novas medidas.

Terremoto no Norte da Itália 5,8 graus


Terremoto de magnitude 5.8 destruiu igrejas, casas, e fábricas que já estavam abaladas pelo tremor de nove dias atrás.




Enquanto o norte da Itália ainda se recuperava do terremoto do último dia 20, outro forte tremor atingiu a mesma região do país esta manhã e matou 16 pessoas.
O novo terremoto destruiu igrejas, casas, e fábricas que já estavam abaladas pelo tremor de nove dias atrás.

O epicentro do terremoto de magnitude 5.8 foi a 40 quilômetros de Bolonha e atingiu diversas cidades da região da Emília Romanha. O abalo foi sentido em Milão, Veneza e até na Áustria.

Na sequência, uma série de tremores secundários foi registrada. O número de desabrigados do último terremoto subiu de seis mil para 14 mil pessoas, que estão vivendo agora em tendas erguidas pelo governo. Há centenas de feridos. Durante todo o dia, bombeiros tentaram
resgatar sobreviventes.
O prefeito da cidade de Mirandola afirmou que a situação é dramática. "Todas as casas, indústrias e monumentos foram destruídos. “Há uma semana nós estávamos tentando nos recuperar do primeiro terremoto. Agora, não recomeçaremos do zero, mas abaixo do zero”.
“Garanto que tudo será feito para que a vida volte ao normal rapidamente na região”, prometeu o primeiro-ministro Mario Monti.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2012/05/novo-terremoto-atinge-norte-da-italia-e-mata-16-pessoas.html

terça-feira, 22 de maio de 2012

As Formas de Relevo

Pode-se dizer que o relevo é toda forma assumida pelo terreno (montanhas, serras, depressões, etc.) que sofreu mudanças com os agentes internos e externos sobre a crosta terrestre. Os agentes externos são chamados também de agentes erosivos (chuva, vento, rios, etc.) eles atuam sobre as formas definidas pelos agentes internos. As forças tectônicas (movimentos orogenéticos, terremotos e vulcanismo) que se originam do movimento das placas tectônicas são os agentes internos.
A altitude do relevo é medida com referência no nível do mar, em metros.
O relevo em função das altitudes e dos planos, pode se apresentar nas formas de: montanhas, planaltos, planícies e depressões.

Montanhas

Possuem as maiores altitudes do relevo terrestre (Normalmente acima de 3 mil metros). Essas elevações quando isoladas constituem, os montes, colinas; quando estão agrupadas, constituem as serras, cordilheira e maciço.
As montanhas podem ser recentes e apresentarem as seguintes características:
- grandes altitudes;
- picos abruptos;
- atividade vulcânica intensa;
- datam geralmente do período Terciário da Era cenozóica;
As montanhas velhas (Morros) apresentam características como:
- pequenas altitudes (inferior à 3 mil metros);
- formas arredondadas;
- formadas na Era Arqueozóica, Proterozóica ou Paleozóica;

Planalto

É uma forma de relevo com área irregular e altitude superior a 300 metros. São relativamente planos ou inclinados.
O planalto é resultante de processos erosivos. Nas bordas dos planaltos geralmente aparecem as “escarpas”, que são chamadas de serras.
Mas ao contrario do que se pensa, não é a altitude que determina os planaltos, mas si, o predomínio do processo de erosão.

Planície

É uma forma de relevo plana ou pouco inclinada, pouco acidentada, predominando a acumulação de sedimentos. As planícies podem ser:
- costeira, quando resulta do levantamento da plataforma continental.
- aluviais, resultado da acumulação de sedimentos feitos pelos rios.
- de piemonte, quando é formada na parte baixa entre as montanhas.
  
Depressões

É uma parte do relevo mais plana que o planalto, com suave inclinação e altitude entre 100 e 500 metros. Podem ser:

- depressão absoluta: as altitudes são inferiores ao nível do mar.
- Depressão relativa: suas altitudes são inferiores as do relevo ao seu redor, seja uma chapada, planalto ou outro.




Relevo submarino

Neste tipo de relevo podemos diferenciar:

Plataforma continental

É a estrutura geológica continental abaixo do nível do mar. Apresenta uma profundidade razoável, contribuindo para que se desenvolva vegetação marinha e conseqüentemente o desenvolvimento de atividade pesqueira. Com o passar do tempo, as depressões do terreno da plataforma continental tornam-se bacias sedimentares de grande importância para a exploração de petróleo no oceano.

Talude

Onde ocorre o encontro da crosta continental com a crosta oceânica, com inclinação de profundidade que podem chegar a 3 mil metros.

Região pelágica

É o relevo submarino onde encontramos depressões, montanhas tectônicas e vulcanismo. Podendo atingir a 6 mil metros abaixo do mar.

Agentes esculturais

São os fenômenos de grande importância na transformação do relevo terrestre. São chamados de agentes de erosão ou esculturais.
Fatores como: tipo de relevo, natureza das rochas, das águas, presença do homem ou animais e clima, influenciam na intensidade das ações desses agentes esculturais.
Esses fenômenos tem ação lenta, mas constante. São fenômenos da atmosfera, biosfera e hidrosfera.

Intemperismo

Ação dos agentes físicos, químicos e biológicos, separando e decompondo as rochas.
intemperismo físico é a desagregação das rochas por agentes físicos e biológicos.
A temperatura do ar e a água são gentes físicos. Por exemplo: as rochas estão superaquecidas, pelo calor do sol, daí são resfriadas bruscamente pelas chuvas, dessa forma ocorre a desagregação das rochas. Isto ocorre intensamente nas regiões de clima áridos, aonde predomina rochas sedimentares detríticas.
Exemplo de intemperismo físico causado por um agente biológico: o crescimento de raízes grandes (mangueira) causa ondulações no terreno podendo comprometer algumas edificações.
O intemperismo químico é a decomposição das rochas por agentes químicos e biológicos, por exemplo, formação das cavernas.
A matéria orgânica produz substâncias que causam a decomposição das rochas, é portanto, um exemplo de intemperismo químico.

Solo

É o resultado da ação do intemperismo nas rochas. Todo solo tem condições de vida vegetal, pois adquire porosidade e como decorrência, há penetração de ar e água.
O solo, portanto, é constituído por rocha intemperizada, ar, água e matéria orgânica que formam um manto de intemperismo que recobrem superficialmente a crosta terrestre.

Tipos de solos

Expostas as mesmas condições climáticas, cada tipo de rocha produz um tipo de solo diferente; mas de acordo com a origem podemos classificar:
- eluviais: quando formados pela alteração da rocha que se encontra abaixo, quer dizer, o solo foi formado no local onde se encontra. Ex. terra-roxa.
- aluviais: são formados pela ação dos agentes naturais de transporte (rios, vento, etc.) Ex. solos de várzea.
- orgânicos: são formados a partir de matéria orgânica, por isso são férteis e tem alto valor agrícola. Ex. solos humíferos.
Quanto a estrutura os solos podem ser: argilosos, arenosos ou argilo-arenosos.
Os solos de clima tropical sofrem grandes problemas com a erosão, lixiviação e a laterização.
A laterização é o surgimento de uma crosta ferruginosa, formada pela decomposição das rochas com precipitação dos óxidos e hidróxidos de alumínio e ferro, que acaba com a fertilidade do solo. A lixiviação é a lavagem da parte superficial do solo, onde se encontra os nutrientes, e retirada dos sais minerais hidrossolúveis, empobrecendo o solo.
No Brasil, o escoamento superficial da água é o principal agente erosivo. Para combater a erosão superficial é preciso manter o solo recoberto por vegetação ou quebrar a velocidade do escoamento utilizando a técnica de cultivo em curvas de nível.

Erosão e acumulação

A erosão é o desgaste das rochas e do solo feito pelas águas, ventos, animais e o homem.
Em toda erosão, segue-se o transporte e a acumulação dos sedimentos retirados. Em geral, a erosão é mais freqüente nos lugares altos e a acumulação nos baixos.

Erosão e acumulação em regiões geladas

Ocorre quando grandes blocos de gelo se desprendem e descem montanha abaixo, formando grande vales.
Todo gelo, neve e sedimentos das rochas que são levados pelos blocos de gelo ficam acumulados nos sopés das montanhas formando as morainas.
Fiordes- são golfos fundos e estreitos, bem comum no litoral norueguês, eles se formam quando os vales, cavados pela ação do gelo, são invadidos pelas águas do mar.

Erosão e acumulação eólica

A erosão através do vento é bem comum, e pode fazer formas bastante pitorescas, como em formas de ‘taças’ e ‘cogumelos’.
O vento pode criar varias formas de relevo através de acumulação de areia, como as dunas. Estas surgem bem freqüentemente em praias e desertos, aonde a areia é abundante.
A erosão eólica pode ser:
- deflação: os ventos varrem as areias.
- corrosão: fazendo um certo lixamento, atirando partículas contra um obstáculo.

Erosão marinha

Age tanto no sentido de construir como de destruir as formas de relevo. Praia é um exemplo do primeiro caso.
- restinga: é a acumulação feita nas entradas das baías, formando-se lagoas costeiras.
- recife: acumulação de carapaças de animais marinhos, antigas praias e restingas que se consolidaram em rocha sedimentar, próxima à praia, diminuindo a ação das ondas. O recife pode ser de origem arenosa ou de coral (biológica).
- ilhas oceânicas: são geralmente de origem vulcânica ou cumes do relevo submarino (como se fossem montadas em alto mar). Aparecem em meio oceano, sem ligação direta com o continente.

Ação dos animais e do homem

Muitos animais, como tatus, fazem buracos fundos e a areia removida fica acumulada junto as suas tocas. Eles também são modificadores do relevo.
O homem age como modificador do relevo de uma maneira mais ampla e intensa.
O homem constrói túneis, destróis montanhas com dinamite, aterra lagos e pântanos. O resultado desse trabalho nem sempre é positivo. O homem na maioria das vezes destrói o natural sem pensar nas consequências e acaba colhendo resultados desastrosos.
O desmatamento elevou os índices do processo erosivo. Por causa disso, as enxurradas escavam vários buracos que crescem e ameaçam as edificações em muitas cidades.

VEJA VÍDEO SOBRE EROSÃO EM ROCHAS - TEMPO